A saga do Demolidor: Dorival Júnior já ostenta um dos 20 melhores inícios de trabalho de um treinador no São Paulo

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Dorival Júnior está literalmente fazendo história no São Paulo nesta segunda passagem pelo clube. A sequência inicial de dez jogos invictos já garantiram ao treinador, mesmo que perca o duelo ante o Goiás, às 21h30 (de Brasília) deste sábado (27), no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, o posto de um dos técnicos com melhor início de trabalho no Tricolor.

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Não é pouca coisa. Primeiro que Dorival é o único deste século a não saber o que é perder nos dez primeiros jogos sentado no banco de reservas.

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Além do atual técnico são-paulino, somente outros cinco em toda a história alcançaram o feito: Ramón Platero (1930), Rubens Salles (1931), Eugênio Medgyessy (1932), Alfredo Ramos (1972), Pepe (1986) e Muricy Ramalho (1996).

Destes, somente dois conquistaram títulos oficiais pelo Tricolor: Salles (Paulista) e Pepe (Brasileiro). Isso apesar do recorde ser de Platero, que engatou 18 jogos iniciais sem derrota.

Dorival conquistou nesses dez jogos invictos um aproveitamento de 73,3%. Um dos maiores índices de um técnico são-paulino contando apenas a mesma série inicial de partidas (uma dezena).

O líder nesse quesito também é Pepe. O ex-ponta-esquerda histórico do Santos conseguiu 95% de aproveitamento em seus primeiros dez jogos na campanha do Brasileirão de 1986.

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OS MELHORES TÉCNICOS DO SÃO PAULO APÓS DEZ JOGOS:

Pepe (1986) – 95%*
Eugênio Medgyessy (1932)- 95%
Rubens Salles (1931)- 95%*
Ramón Platero (1930) – 90%
Conrado Ross (1942) – 85%
Cláudio Cardoso (1961) – 85%
Cuca (2004) – 83,3%
Muricy Ramalho (1996) – 83,3%
Oswaldo Brandão (1971) – 80%*
Joreca (1943)- 80%*
Leônidas da Silva (1954) – 80%
Darío Pereyra (1997) – 76,7%
José Poy (1982)- 75%
José Poy (1974) – 75%
Alfredo Ramos (1972) – 75%
Béla Guttman (1957) – 75%*
Armando Renganeschi (1958) – 75%
Muricy Ramalho (1997) – 73,3%
Dorival Júnior (2023) – 73,3%

*técnicos que acabaram campeões

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